Descubra os quatro riscos de produzir e consumir maionese feita em casa

Segundo especialista da NotCo, as versões industrializadas do ingrediente afastam a possível contaminação por salmonela e preservam o seu sabor clássico
Apesar do estigma negativo que se criou em torno do termo, os alimentos industrializados podem ser grandes aliados no dia a dia dos brasileiros. Hoje, há novas versões de ingredientes clássicos da cozinha nacional, como a maionese, que superam as suas versões artesanais não só em termos de sabor, textura e funcionalidade, mas também em segurança alimentar.
“Fazer maionese em casa pode parecer uma alternativa saudável, mas esconde riscos significativos”, diz Cynthia Pereira, diretora de P&D da NotCo Brasil, referência em inovação de alimentos. “Essa categoria é um exemplo perfeito de como as opções produzidas em ambientes controlados e com rigorosos padrões de qualidade acabam se tornando mais recomendáveis”, completa.
Dentre os quatro maiores problemas que a maionese caseira pode trazer, estão:
- Risco de contaminação por salmonela
A maionese caseira frequentemente utiliza ovos crus, o que pode levar à contaminação por salmonela. Esse tipo de intoxicação alimentar tende a causar diversos problemas de saúde, como febre, diarreia e vômitos.
Para a especialista da NotCo, os processos produtivos de ingredientes como a NotMayo, a maionese vegetal da empresa, são referências a serem seguidas nesse sentido. “Esse tipo de produção acontece em um ambiente rigorosamente monitorado, que não coloca em cheque a saúde e o bem-estar do consumidor”, afirma.
- Dificuldade em alcançar a consistência correta
Fazer maionese em casa também pode ser uma tarefa complicada em termos de conseguir a emulsão perfeita. Se a emulsão “quebra”, a textura fica comprometida, resultando em um produto não homogêneo e menos saboroso.
Cynthia ressalta que a tecnologia é uma importante aliada nesse desafio. “Aqui na NotCo, por exemplo, a nossa Inteligência Artificial (IA) proprietária, o Giuseppe, busca as melhores combinações de ingredientes vegetais para criarmos alternativas que atendam a 100% das demandas dos consumidores. Ou seja, a partir de uma cadeia de produção sustentável, é possível criar um produto de ótima qualidade e sem consistência irregular, com ingredientes que qualquer pessoa encontra na sua própria cozinha”, explica.
- Problemas de conservação
As maioneses artesanais têm uma vida útil bastante curta, por isso, o seu consumo não é recomendado após muitos dias do preparo. Além disso, uma série de contaminações podem ocorrer na cozinha, tornando ainda mais importante a existência das suas versões industrializadas, que utilizam ingredientes selecionados, com um padrão de qualidade elevado e que garantem que o produto seja melhor conservado.
“Os problemas de conservação das maioneses artesanais podem levar não só ao desperdício, como também ao próprio risco de consumir o molho estragado”, reforça a diretora da foodtech.
- Controle de ingredientes
Por fim, as maioneses caseiras também trazem uma grande dificuldade relacionada ao controle da qualidade e a proporção dos ingredientes utilizados para a sua produção. Essa é uma complicação que pode afetar o sabor e os próprios valores nutricionais do produto final.
De acordo com Cynthia, cada ingrediente precisa ser controlado justamente por influenciar diretamente na experiência culinária do consumidor. “Os alimentos industrializados nem sempre são vilões porque, em muitos casos, representam uma evolução da alimentação, combinando elementos que elevam receitas dos mais diversos tipos”, finaliza.
Sobre a NotCo
Empresa de tecnologia de alimentos plant-based com crescimento mais rápido na América Latina, a NotCo, unicórnio global, tem como propósito liderar a revolução alimentícia no mundo. A foodtech utiliza tecnologia proprietária de inteligência artificial, para mapear a estrutura molecular de alimentos com proteína animal e construir receitas originais 100% à base de plantas, que garantam a mesma experiência em sabor e textura dos pratos prediletos dos brasileiros, promovendo o consumo que minimiza o impacto ambiental sendo responsável com o ecossistema.
